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A
realidade
na qual estamos imersos se constitui de uma explosão. Uma
explosão
que percebemos
em
câmera lenta,
uma reação sem fim, que se constroe sobre suas próprias leis
e, nos arriscamos a dizer que - são trocadas em seu próprio
curso. Perceber e "congelar"
para se fazer perceptível um instante de beleza
se constitui na Arte
de Captar.
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